“Chama-se assim porque tem feição de um pequeno tambor“ (Bluteau, 1712/21). Trata-se de um móvel de assento individual, geralmente guarnecido, sem costas, e que assenta sobre pernas unidas, em regra, por travessas.
O Homem, ao obter um meio que lhe consente prescindir do solo para sentar-se, dignifica-se aos seus próprios olhos e liberta-se definitivamente dos últimos elos que o prendem à bruta animalidade.
Os assentos pertencem a essa classe de objetos que trazem o inapreciável benefício de concorrer para que a vida se torne mais fácil e agradável. Desempenham, assim, uma função social que,
ainda hoje, nesta época de igualitarismos fictícios, se não obliterou por completo.